quinta-feira, 3 de abril de 2014

Voluntárias Transformam Vestidos de Noiva em Roupas de "Viagem" para Bebés

Haverá coisa mais fantástica que o poder que um coração humano tem para amar?


http://www.huffingtonpost.com/2014/03/27/angel-gowns_n_5043762.html

http://www.nicuhelpinghands.org/
https://www.facebook.com/nicuhelpinghands

Haverá alguém com força para fazer algo do género por cá com a minha ajuda?
Algum vestido de noiva guardado por aí que possa servir uma causa maior?
Aviso desde já que não sei costurar... :)

quarta-feira, 2 de abril de 2014

(Tentativa de) Manual de apoio a pais que perderam filhos - #3

Nunca, mas nunca, insinuar ou inferir a culpa de alguém pelo que aconteceu.

Das duas uma: ou achamos que a culpa é nossa (e queremos morrer com o sentimento de culpa) ou a culpa é de outro (e queremos acabar com a vida dessa outra pessoa). Ás vezes as coisas acontecem porquê têm de acontecer. E mesmo que haja um culpado, nunca alimentem esse fogo! 

segunda-feira, 31 de março de 2014

A Leonor também é isto

"És o melhor que a vida me deu. Nunca me aborreceram as tuas rotinas mais simples, não me canso das nossas conversas intraduzíveis."

http://quememoriasvestireihoje.wordpress.com/2014/03/31/lemas-para-a-tua-vida-3/

Obrigado mais uma vez Sara.

Dias bons. Dias assim-assim. Dias maus.

Sabem aqueles dias em que acordamos como o tempo lá fora?
Aqueles dias que sentimos a pressão a acumular? Em que só nos apetece correr e parar quando os pulmões e coração pedirem clemência?
Aqueles dias em que precisamos de chorar? Chorar como um respirar fundo. 5 minutos apenas.
E o que despoleta isso? Hoje foi um video.
Um video que nos faz recordar "o que poderia ter sido".

Faz bem. Liberta a tensão e pressão.

Eu estou bem. Melhor agora que chorei.

Ás vezes é preciso parar para respirar. E chorar.

Num dia sem sol, lembro-me depois que tenho uma estrela sempre a olhar por mim.

sábado, 29 de março de 2014

(Tentativa de) Manual de apoio a pais que perderam filhos - #2




Dizer "Vá... não falem disso agora..."

Os pais precisam de desabafar. E os que nos ouvem têm de ter um pouco de paciência quando falamos acerca dos nossos filhos. Alguma vez imaginaram um psicólogo dizer algo do género? Não pois, não? Pois vocês, quem nós escolhemos para falar, são os nossos melhores psicólogos. Acreditem que só partilhamos o que sentimos com quem achamos que nos pode dar um apoio.
E esse apoio pode passar apenas por ouvir. Só isso. Experimentem. :)

Já sabemos que não vão entender realmente o que significa a experiência (e esperamos que nunca venham a ter noção!!) mas "recusar" ouvir os pais é deixar-nos sozinhos nos nossos pensamentos...

Sabem quando as palavras parecem perder peso dentro de nós quando as verbalizamos? Pois, é isso. :)

sexta-feira, 28 de março de 2014

(Tentativa de) Manual de apoio a pais que perderam filhos - #1

Olá pessoal.

Estive a rever a entrevista no "Boa Tarde" (e não é de todo uma questão de egocentrismo, antes pelo contrário - sou o meu maior crítico) e uma das coisas que me saltou à vista foi a algo que é relativamente recorrente quando falamos com outros pais que perderam crianças - o que as pessoas dizem bem intencionadas mas que acabam por melindrar os pais.
Para isso vou precisar da vossa ajuda a completar o "manual" mas lembro-me da varias situações.
A primeira é a que foi abordada na entrevista.


Dizer "Vocês são novos! Vão ter outros filhos!"
Esta é A clássica. Percebemos as intenções mas a criança que há de vir nunca irá substituir a que morreu. Pior: parece querer desvalorizar o filho que partiu. Em alternativa digam "Vocês são novos! Vão ter mais filhos!"

Mais em breve...

Participem! 

Abraços e beijos,
André